ALA PITUAÇU
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quinta-feira, 20 de maio de 2010
Aula do 4º domingo/ Vá ao site da igreja!
Cheryl C. Lant
Recém-Desobrigada Presidente Geral da Primária
É nossa sagrada responsabilidade, como pais e líderes desta nova geração de crianças, levá-las ao Salvador.
Há vários anos, eu estava ensinando a um grupo de líderes do Berçário como dar uma curta lição do evangelho para criancinhas. Uma das líderes estava com o filhinho no colo. Segurei uma gravura do Salvador e, demonstrando como falar com crianças pequenas, comecei a falar sobre Jesus. O garotinho desceu do colo da mãe, deu uns passinhos até onde eu estava, olhou atento e tocou o rosto da pessoa na gravura. Naquele ponto da conversa, perguntei: “Quem é este?” Com um sorriso no rosto, a criança respondeu: “Jesus”.
Aquela criancinha não tinha idade nem para dizer o próprio nome, mas reconheceu a imagem e sabia o nome do Salvador. Ao observar aquela doce resposta, pensei nas palavras do Salvador, quando disse: “Buscai sempre a face do Senhor para que, em paciência, possuais vossa alma; e tereis vida eterna” (D&C 101:38).
O que quer dizer buscar a face do Salvador? Com certeza significa mais que apenas reconhecer Sua figura. O convite de Cristo para buscá-Lo é um convite para sabermos quem Ele é, o que fez por nós e o que pediu que fizéssemos. Vir a Cristo e um dia ver Sua face é algo que acontecerá apenas à medida que nos aproximarmos Dele por meio de nossa fé e nossas ações. Isso requer o trabalho de uma vida inteira. Então, como devemos buscá-Lo nesta vida para que possamos ver Sua face na próxima?
Lemos em 3 Néfi o relato de um povo que na realidade viu a face do Salvador nesta vida. E, apesar de não O vermos agora, é possível aprender com essa experiência. Após a morte do Salvador, Ele apareceu àquele povo, os ensinou e os abençoou. E então: “Aconteceu que ele ordenou que as criancinhas fossem levadas a sua presença” (3 Néfi 17:11).
É nossa sagrada responsabilidade, como pais e líderes desta nova geração de crianças, levá-las ao Salvador para que possam ver Sua face e a face de nosso Pai Celestial também. Ao fazê-lo, levamos também a nós mesmos.
De novo surge a pergunta: como fazemos isso, principalmente em um mundo repleto de distrações? Em 3 Néfi, os pais amavam o Senhor. Acreditavam Nele. Tinham fé nos milagres realizados por Jesus. Amavam os filhos. Reuniram todos para ouvir as palavras do Senhor e obedeceram a Seu mandamento de levar as crianças a Ele.
Depois que as crianças foram trazidas, Cristo ordenou que os pais se ajoelhassem. Depois, fez por eles aquilo que fez por todos nós. Orou por eles ao Pai e, ao fazê-lo, segundo o relato, Ele disse coisas “tão grandes e maravilhosas” nessa oração, que palavras não podiam descrevê-las (3 Néfi 17:16). Ao virem ao Salvador e aceitarem Sua Expiação, esses pais foram fortalecidos para fazer tudo o que era necessário para “levar” seus filhos.
Outra coisa que Cristo pediu que aqueles pais fizessem encontra-se em 3 Néfi 22:13: “Todos os teus filhos serão instruídos pelo Senhor; e a paz de teus filhos será abundante”.
E assim, ao seguir suas próprias experiências com o Salvador, aqueles pais nefitas ensinaram os filhos a respeito Dele. Ensinaram-lhes a amar o Senhor. Ensinaram-lhes Seu evangelho. Ensinaram-lhes como vivê-lo. Ensinaram-lhes tão bem que houve paz e retidão na terra por 200 anos (ver 4 Néfi 1:1–22).
Agora, peço a vocês que olhem ao redor, para aqueles a quem amam. É isso o que mais importa: nossa família. Tenho certeza de que, mais que qualquer outra coisa, vocês desejam que essa família seja sua eternamente. O relato de 3 Néfi pode ajudar-nos a levar nossos filhos [a Cristo], porque nos dá um padrão a seguir. Primeiro, precisamos amar ao Senhor de todo o coração, e precisamos amar nossos filhos. Segundo, precisamos tornar-nos um exemplo digno para eles, buscando continuamente o Senhor e nos esforçando para viver o evangelho. Terceiro, precisamos ensinar o evangelho a nossos filhos e ensiná-los a viver seus ensinamentos.
Seguir esse padrão para levar nossos filhos ao Salvador é um processo. Vamos examinar de novo o padrão. Primeiro, precisamos aprender a amar o Senhor e a amar nossa família. Isso exige tempo, experiência e fé. Requer serviço abnegado. Depois, ao nos enchermos do amor do Senhor, podemos amar. Ele pode chorar por causa de nossos atos, mas nos ama e está sempre presente para ajudar-nos. É assim que devemos aprender a amar nossos filhos.
Segundo, precisamos tornar-nos exemplos dignos. Isso também é um processo. Se quisermos que nossos filhos venham a Cristo para que possam ver Sua face, é importante que busquemos vê-la também. Precisamos saber o caminho para que possamos mostrá-lo a eles. Precisamos colocar a vida em ordem para que nossos filhos possam ver-nos e seguir-nos. Podemos nos perguntar: “O que meus filhos veem quando olham para o meu rosto? Veem a imagem do Salvador em meu semblante devido ao tipo de vida que levo?”
Mas lembrem-se, nenhum de nós será um exemplo perfeito para os filhos, mas todos podemos nos tornar pais e líderes dignos. Nossos esforços em sermos dignos são por si só um exemplo. Podemos achar que falhamos, às vezes, mas podemos continuar tentando. Com o Senhor e por meio Dele, podemos receber forças para ser quem precisamos ser. Podemos fazer aquilo que precisamos fazer.
E, terceiro, temos como levar nossos filhos ao Salvador ensinando-lhes as verdades do evangelho nas escrituras e nas palavras dos profetas, ajudando-os a sentir e a reconhecer o Espírito. Mesmo as criancinhas bem novas podem entender e aceitar coisas de natureza eterna. Elas amam as escrituras e amam o profeta. Instintivamente desejam ser boas. Depende de nós ajudá-las a manter aberta essa ligação com os céus. Depende de nós protegê-las das influências que as afastam do Espírito. Podemos encontrar ajuda e orientação nas escrituras e, então, ensinar nossos filhos a encontrar nelas as respostas que procuram. Podemos ensinar-lhes princípios corretos e ajudá-los a aplicar esses princípios em sua vida e direcioná-los para o Espírito, para que recebam um testemunho das verdades que estão aprendendo. Podemos ajudá-los a encontrar alegria ao viver o evangelho. Isso edificará um alicerce seguro de fé e obediência em sua vida que os fortalecerá.
Mas nada disso é fácil de conseguir. O relato nefita diz que aquelas famílias tiveram 200 anos de paz. Mas certamente foi necessário muito esforço. É preciso muito labor, muita paciência e fé, mas não há nada mais importante ou mais recompensador. E o Senhor estará presente para nos ajudar, pois Ele ama essas crianças mais até do que nós as amamos. Ele as ama e as abençoará.
Lembrem-se de que ele abençoou as crianças nefitas, individualmente, e orou por elas (ver 3 Néfi 17:14–17, 21). Depois, “dirigindo-se à multidão, disse-lhes: Olhai para vossas criancinhas.
E ao olharem, lançaram o olhar ao céu e viram os céus abertos e anjos descendo dos céus, como se estivessem no meio de fogo; e eles desceram e cercaram aqueles pequeninos e eles foram rodeados por fogo; e os anjos ministraram entre eles” (3 Néfi l7:23–24).
Como nossas crianças podem vivenciar bênçãos como essas hoje? O Élder M. Russell Ballard disse: “Sem dúvida, aqueles em nosso meio a quem foram confiados filhos preciosos receberam um encargo sagrado e nobre, pois somos as pessoas que Deus designou hoje para cercar as crianças de amor, do fogo da fé e da compreensão de quem são” (“Behold Your Little Ones”, Tambuli, outubro de 1994, p. 40).
Irmãos e irmãs, somos os anjos que o Pai Celestial enviou hoje para abençoar as crianças, e podemos ajudá-las a um dia ver a face do Salvador, ao ensinar-lhes os princípios do evangelho e ao enchermos o lar com a alegria de vivê-los. Juntos, podemos vir a conhecê-Lo. Podemos sentir Seu amor e Suas bênçãos. E, por meio Dele, podemos voltar à presença do Pai. Fazemos isso quando desejamos ser obedientes, fiéis e diligentes em seguir Seus ensinamentos.
“Em verdade assim diz o Senhor: Acontecerá que toda alma que abandonar seus pecados e vier a mim e invocar meu nome e obedecer a minha voz e guardar meus mandamentos verá minha face e saberá que eu sou” (D&C 93:1).
Irmãos e irmãs, sei que Deus vive, que Jesus Cristo é Seu Filho, nosso Salvador e Redentor. Ele convidou-nos a vir a Ele e ordenou que trouxéssemos nossas crianças para que, juntos, pudéssemos ver Sua face e viver eternamente com Ele e com nosso Pai Celestial. Oro para que todos trabalhemos para receber essa grande bênção. Em nome de Jesus Cristo. Amém.
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quarta-feira, 5 de maio de 2010
Primeiros Socorros
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terça-feira, 29 de dezembro de 2009
FELIZ ANO NOVO!
De repente, os olhos se cruzam, as mãos se entrelaçam e os seres humanos, num abraço caloroso, num só pensamento, exprimem um só desejo e uma só aspiração: PAZ E AMOR.
De repente, não importa a nação, não importa a língua, não importa a cor, não importa a origem, porque todos são humanos e descendentes de um só Pai, os homens lembram-se apenas de um só verbo: amar.
De repente, sem mágoa, sem rancor, sem ódio, os homens cantam uma só canção, um só hino, o hino da liberdade.
De repente, os homens esquecem o passado, lembram-se do futuro venturoso, de como é bom viver.
De repente, os homens lembram-se da maior dádiva que têm: a vida.
De repente, tudo se transforma e chega o ano radiante de esperança, porque só o homem pode alterar os rumos da vida.
De repente, o grito de alegria, pelo novo ano que aparece.
Ensinou o Presidente Henry B. Eyring :Uma reflexão sobre os atributos de Jesus Cristo deve extinguir o orgulho daquelas pessoas satisfeitas consigo mesmas que acham que não precisam melhorar. E até a pessoa mais humilde pode criar esperanças graças ao convite de tornar-se semelhante ao Salvador. Pense nisso e teremos mais esperanças de viver em um mundo melhor.
Sucesso nesse Ano de 2010
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
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Devocional com Elder Fernando Araújo
No último dia 17 de Novembro deste ano (2009) os jovens de
A mensagem tinha como propósito lembrar os filhos de Deus da razão de suas existências. Para tanto escrituras foram lidas e explicadas, testemunhos foram prestados, experiências compartilhadas e os resultados só quem esteve presente poderá atestar.
O Élder Fernando Araújo explanou sobre o grande plano de amor, de felicidade, de SALVAÇÃO. Declarou com veemência os cinco requisitos indispensáveis para se voltar a presença de Deus:
- Ganhar um corpo mortal
- Ser batizado pela devida autoridade vide: João 03:03
- Receber o Espírito Santo vide: João 03:05; D&C 130:23; 2º Néfi 32:05.
- Casar-se (no templo) vide D&C 131:01-04
- Perseverar
Criticou os anti-Cristos, que falam sobre a vontade de Deus e são contra o casamento. Que não casam porque não tem coragem e citou os três conselhos do Élder Richard G. Scott quanto aos requisitos para se casar, deve-se:
- Confiar em Deus
- Confiar em si mesmo
- Confiar na pessoa que declara amar
O Élder Araújo ainda desobrigou alguns “rapazes” desta sagrada responsabilidade se e somente se tiver um dos seguintes impedimentos: Defeito físico (tetraplégia) brincou que ser feio não cabe em defeito físico (todos riram); Ser portador de deficiência mental (mentalmente incapaz) e falecer antes de receber tal benção.
Compartilhou sua experiência de nada material possuir na ocasião do seu casamento e pontuou que em qualquer época casar não será tarefa fácil, enfatizou apenas que é necessário somente confiar
“ Nossos jovens estão sem fé, sem esperança e sem coragem para estabelecer uma
Família eterna. Precisamos lhes aumentar a fé e a esperança para que se casem.”
Leu Abraão 01:01-02 quando em busca de maior felicidade, paz e descanso para si, desejou receber a benção dos pais. Leu ainda D&C 49:15 como lembrança de que o casamento é ordenado por Deus. E disse que sem o casamento o plano todo é um desperdício. Vide: D&C 02.
Falando às moças aconselhou tal qual o fez as suas duas filhas quanto à com quem casar. Segundo ele é necessário observar: Se o rapaz é trabalhador e como trata os pais. E pediu: Confiem mais. Disse ainda que os rapazes devem respeitar as moças e que estas devem se dar ao respeito. Citou a grande burrice (palavras dele) quanto ao dito: “ A família em primeiro lugar ou nada pode vir antes da família”; explicou ser na família que se ora, se estuda as escrituras, jejua, desenvolve generosidade... e ao falar de divórcio apontou só ocorrer por um dos cônjuges tirar o Senhor do casamento. Segundo ele o tripé é:
No topo o Senhor e nos dois extremos o marido e a esposa, e relembrou o primeiro grande mandamento.
Disse que se precisa de especialistas
Enfaticamente desaprovou o casamento fora da Igreja, pois isto é negar o plano e advertiu os irmãos de que aqueles que já receberam as ordenanças do templo e namoram fora da Igreja estão em pecado e devem se arrepender (convite dele).
Aos rapazes disse: Não seja beija-flor.
O Élder Araújo concluiu sua mensagem de duas horas dizendo: “Confiem no Senhor. Orem a Ele e peçam lhes as bênçãos.”

